Vagner Ribeiro lança “Esperança na Volta”

Vagner Ribeiro lança “Esperança na volta” em homenagem ao centenário de Zé Dantas

A Colônia Gonzaguiana do Piauí, organizadora da Procissão das Sanfonas, decidiu homenagear Zé Dantas em 2021, centenário de nascimento do médico e compositor pernambucano que foi um dos grandes parceiros de Luiz Gonzaga e autor de muitas composições inesquecíveis. Vagner Ribeiro teve então a missão de fazer essa homenagem também em música, assim nasceu “Esperança na volta”, que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Vagner Ribeiro é natural de Piripiri-PI e sua ligação com a música começou desde a infância, por influência familiar. Apaixonado pela alegria e sustentabilidade da sabedoria popular, Vagner Ribeiro dedica sua vida a pesquisar, estudar, produzir e divulgar as expressões artísticas e os valores da cultura popular brasileira. O artista é formado em Arte-Música pela UFPI, especialista em História da Arte da Arquitetura pelo ICF, pesquisador da cultura popular, mestre em Antropologia e é professor do IFPI. Já participou de muitas iniciativas culturais no Piauí, lançou em 2012 o CD “O Piauí Contando História” e é o idealizador do Grupo Valor de Pi.

“Há sempre a ideia de volta na obra dele e penso que a volta é um direito humano. Infelizmente muitos não conseguem voltar. Voltar parece muito com perdão, que o prefixo PER – completude coloca a evidência maior do Doar, muito próximo do Amar… Per-doar seria então essa volta ao que nos faz sentido”, comenta.

José de Sousa Dantas Filho, Zé Dantas, foi compositor, poeta, folclorista e médico nasceu na cidade de Carnaíba, em Pernambuco. Muitas das suas composições se destacaram na voz de Luiz Gonzaga, tais como: “Vem Morena”, “O Xote das Meninas”, “A volta da Asa Branca”, “Cintura Fina”, “Riacho do Navio”, “Sabiá”, “ABC do Sertão”, dentre outras que compõem o cancioneiro nordestino e brasileiro.

“Um senhor de bicicleta antiga, daqueles que eu abordo pra conversar, me perguntou:
‘O mundo tem quantos V?’
‘Sei não, senhor… rs’
‘O mundo tem quatro V: Vai e Vem e Vira e Volta’
Só sorri, depois coloquei na cantiga: Esperança na volta”, conta Vagner.

Nesse trabalho, Vagner Ribeiro descreve como Zé Dantas traz sempre a volta em suas canções e, além disso, explica que a volta é a liberdade de poder ir e vir. É só seguir, partir. Podendo ser necessidade, escassez. “A volta da Asa Branca é certamente a mais conhecida, mas há muitas outras. No ‘eterno retorno’ da volta. E também porque estamos vivendo um tempo de perdas em todos os sentidos.” Vagner completa dizendo que por isso é que precisamos ter “Esperança na volta”. Vamos, então, alimentar essa esperança ouvindo essa linda canção e celebrando o legado de Zé Dantas para a cultura nordestina e brasileira.

Ficha Técnica
Esperança na volta

Autor: Vagner Ribeiro
Intérprete: Vagner Ribeiro
Coro de fundo: Eugracilene Melo, Ateneia Barros e Luis Marcos
Pandeiro: Beto Boreno
Sanfonas: Ivan Silva
Rabeca: Wânya Sales
Contrabaixo: Faísca Bass
Flautas: Caitano Salitre
Direção musical: Elimar Ahnuc
Produtor fonográfico: Vagner Ribeiro
Arte da capa e designer: Herick Felipe
Produção executiva: Noé Filho
Assistente de Produção: Alisson Carvalho

O Pop piauiense com Danilo Rudah

O Pop piauiense com Danilo Rudah

Danilo Rudah é guitarrista, intérprete e compositor . Nascido em Teresina-Pi mora em Curitiba-Pr. As principais influências de Danilo Rudah são Reggae, Blues e Música Brasileira .
Suas interpretações ganham vida com musicalidade e poesia únicas. Suas composições e parcerias retratam a atmosfera que inspira esse trabalho, desde a natureza, à riqueza da melodia e mistura rítmica que é a cara do Brasil.

Cantor e Compositor Vavá Ribeiro

Cantor e compositor piauiense Vavá Ribeiro

Nasceu em Oeiras, no interior do Piauí e, durante algum tempo, morou em Juazeiro da Bahia e foi lá que começou a desenvolver gosto pela música. Em 1994 retornou ao Piauí e começou a construir carreira em Teresina, pelos bares da vida…
Dono de uma voz inconfundível, ele agrada por onde anda e mostra com competência a força da boa MPB. A melodia suave parece sair do seu interior como se quisesse expressar todo o romantismo inerente aos amantes da MPB.
Em 1996 e 1997 representou o Piauí no “Festival Canta Nordeste” da rede Globo de televisão, onde foi um dos finalistas.

O cantor e compositor piauiense, VAVÁ RIBEIRO, em 2001 lançou o seu primeiro cd intitulado “Pelos Bares da Vida”, onde gravou 4 músicas suas e de compositores como: Beto Guedes, Toquinho, Rita Lee, Belchior, Flavio Venturine, Moraes Moreira, Zé Ketti, Milton nascimento, dentre outros. Em 2003 lançou o seu segundo cd “Calmaria”, onde mostra 12 músicas de sua autoria. Em setembro de 2005, lançou um cd ao vivo, gravado no Theatro 4 de Setembro, em Teresina-Pi. Em 2007 lançou o cd intitulado “Do seu lado” e atualmente divulga o seu trabalho no cd “Rota de Reis”, com a participação de Vander Lee em uma de suas canções.

Ver menos

Monise Borges Cantora Piauiense

Vai Passar: a nova canção de Monise Borges para acalentar nossos corações

Dia 26 de julho de 2021, a cantora e compositora Monise Borges lançou mais uma canção para agraciar todos com essa mensagem que é um grande alento nesse momento. O nome da música por si só resume tudo que desejamos para uma guerra sanitária que dura mais de um ano: Vai Passar.

Monise Borges já tem mais de 20 anos de carreira, tendo iniciado na música aos 10 anos, como integrante da banda de pop rock Agnes, em Picos-PI. Posteriormente, migrou para a carreira solo, dedicando-se à música popular brasileira e latino-americana. Tem uma discografia focada em suas próprias composições, que cantam o amor, suas dores, suas raízes e sua terra. Já lançou os álbuns “Penso em ti” (2008) e “Amor em Prelúdio” (2013), os EPs “Algo teu” (2018) e “Não vão nos calar” (2021), o single “Memoriar” (2020) e agora o single “Vai Passar” (2021).

Monise revela de cara que a canção traz a simplicidade tanto na sua harmonia quanto na melodia, não há floreios. A ideia, para a compositora, é provocar um sentimento de paz e esperança nas pessoas e, consequentemente, despertar esse sentimento também em si.

“Vai passar nasce como um mantra, pois havíamos chegado num momento da pandemia que há alguns meses atrás imaginávamos que ali estaríamos chegando no final dela, no entanto voltamos a ver muitos novos casos surgindo e pessoas perdendo a vida para um vírus para o qual já existia vacina”, frisa.

O processo de composição de Monise Borges começou com a ideia de construir um coro de crianças para passar a mensagem de esperança, mas diante desse cenário pandêmico não seria possível concretizar isso, dessa forma a artista teve que reorganizar toda a ideia. Com isso, toda a produção aconteceu de forma remota.

“Convidei o Mário Araújo, grande amigo e profissional que faz parte da minha equipe para fazer o arranjo comigo, a minha ideia era ter uma instrumentação minimalista, seria piano e violoncelo, mas no fim acabamos inserindo o violão. Pós arranjo da música finalizado, eu convidei o Lucas Coimbra pra me ajudar com o arranjo pra coro, a ideia era fazer algo simples, mas o resultado final do arranjo vocal para coro a quatro vozes ficou excepcional.”

Depois da pré-produção e arranjos o grupo partiu para a gravação. O Mário Araújo gravou o violão, o Myel Araújo gravou o piano, o Gilberto Queiroz gravou o violoncelo e o coro teve a participação especial do Lucas Coimbra, Bráulio Luís e Kamila Canabrava, além da própria Monise que fez a voz principal e participou do coro.

A capa da música foi desenhada pelo artista visual e designer Herick Felipe que diz ter se inspirado no espaço/tempo, evidenciando a ligação entre o futuro e o passado, além da ancestralidade indígena tão presente na identidade artística da Monise. Para Herick Felipe, esse foi um trabalho desafiador, pois foi necessário transmitir muitas ideias e conceitos abstratos com muita simplicidade e sutileza, assim como a música.

A música já está disponível em todas as plataformas digitais, basta acessar http://bit.ly/monisevaipassar e escolher sua plataforma preferida. Monise pontua: “Espero que ela toque a todos que puderem escutá-la, assim como toca a mim”.

FICHA TÉCNICA
Vai passar

letra e música MONISE BORGES
arranjo MÁRIO ARAÚJO E MONISE BORGES
voz MONISE BORGES
violão MARIO ARAÚJO
violoncelo GILBERTO QUEIROZ
teclado MYEL ARAÚJO
arranjo coro LUCAS COIMBRA
coro LUCAS COIMBRA, BRÁULIO MIRANDA, KAMILA CANABRAVA E MONISE BORGES
captação, mixagem e masterização M.A. STUDIO
produção executiva NOÉ FILHO
arte da capa e designer HERICK FELIPE
assistente de produção ALISSON CARVALHO

E MAX Cantor Piauiense

E MAX

O piauiense E Max vive em uma dupla jornada entre hospital e estúdio. Médico por formação, mas também estudioso da música, ele produz um híbrido de rock e MPB carregado de brasilidade e de sentimentos. Seu segundo single produzido em parceria com o Midas Music, chamado “Pra Fazer Nascer Canção” chega a todas as plataformas digitais em uma produção de Rodrigo Castanho e direção artística de Renato Patriarca e Rick Bonadio

“Pra Fazer Nascer Canção” nasceu fruto do estudo e dedicação do artista. Como assim, você se pergunta? Foi tentando beber da fonte de conhecimento de grandes produtores que ele, ao assistir a um vídeo sobre “Como melhorar minhas composições”, do produtor Rick Bonadio, teve um insight para a letra da canção. Não é coincidência Rick ser o dono do Midas, gravadora pela qual E Max lança seus trabalhos, uma vez que o cantor buscou estar entre os melhores para ser, também, um deles.

“A experiência do mundo é que faz de você um melhor artista”, afirma o músico. Se você quer compor sobre músicas de amor, você deve estar apaixonado. Para falar de dor, você deve ter em si um tanto de sofrimento. Nada motiva e move mais o compositor que seu sentimento. E é a partir dele que nascem as canções, ou como muitos dizem, o artista transforma um sentimento em arte.

E Max sempre sentiu uma forte conexão com a música. Com 9 anos já se aventurava em escrever suas próprias letras. Ele usava a arte para dialogar consigo mesmo, entender seu entorno e como forma de autoconhecimento. Até os 15 anos, o artista somente compunha, mas não sabia tocar nenhum instrumento, o que o levava a gravar e guardar as melodias em um gravador. Só quando aprendeu violão, complementou as letras criando suas melodias.

Em dado momento da vida, dividido entre a medicina e a música, suas duas paixões, decidiu focar na primeira. Estudou, se dedicou e se formou, mas sem largar totalmente a arte. Quando estava no último ano de residência, decidiu tentar conciliar de forma igual as duas paixões. Montou uma banda, participou de festivais, mas essa dupla jornada durou pouco e E Max passou novamente as se dedicar novamente de forma integral à medicina.

Após a trágica e precoce morte de seu pai, o artista percebe que a vida pode nos reservar indigestas surpresas e decidiu, novamente, dar asas ao seu sonho de ser músico. No fim de 2018, ele reuniu alguns músicos para iniciar o projeto. Seu discurso era que o famoso produtor musical Rick Bonadio iria trabalhar com ele no futuro e, seus pares, riam de seu discurso. Pois não é que aconteceu?

O álbum tinha faixas em inglês e cunho conceitual (cada faixa com um ritmo diferente). As letras versavam em sua maioria sobre loucura, drogas, paixão excessiva, compulsão por sexo e outros temas polêmicos. O apelo do CD chamou a atenção do produtor musical que decidiu então conhecer o trabalho de E Max mais de perto. Após enviar o material para o Midas, o artista recebeu um e-mail de resposta da gravadora e as partes assinaram contrato.

Apesar da distância entre a vida de médico e a de músico, E Max nos mostra que é possível fazer bem (e com amor) duas atividades tão opostas e capazes de salvas vidas. Uma que faz bem ao corpo, e outra que acalma a alma

“Porto Salgado” com Soraya C. Branco

Soraya Castello Branco lança “Porto Salgado” em homenagem a Parnaíba

A cantora Soraya Castello Branco lançou no dia 30 de julho de 2021 uma nova música, chamada “Porto Salgado”, composta pelo parnaibano Israel Correia e produção musical de Davi Scooby, já disponível em todas as plataformas digitais. A cantora, que é natural de Parnaíba, faz um retorno às suas origens e mostra com muito orgulho essa canção, que é um marco para a sua história e para a história de Parnaíba.

“Essa música traz uma força de toda a minha ancestralidade, por ser da ilha de Parnaíba. Quando ela foi gravada eu só tinha doze anos e foi gravado um LP com várias músicas de vários cantores, e foi um disco que me marcou muito, principalmente essa música “Porto Salgado”. Então para mim foi uma coisa linda ver todas aquelas pessoas que eu já conhecia na minha infância ali gravando e cantando. Foi exatamente ali que despertou a essência musical, de querer ser cantora, foi a partir desse LP que foi muito marcante para mim. E carrega toda uma energia de querer mostrar a minha cidade, de mostrar as belezas do Delta e de colocar a nossa riqueza lá no alto”, diz Soraya Castello Branco.

“Porto Salgado” fala não só sobre o porto e as atividades laborais existentes no local, mas também sobre a crise econômica, o ressurgimento de Parnaíba depois dessa crise e, principalmente, em um retorno das afetividades que nasceram e surgiram naquele espaço.

Segundo o autor, Israel Correia, ele criou a música inspirado na saudade que tinha das lavadeiras do tempo de criança, que lavavam as roupas no porto do cais, além de outros personagens que viviam em torno da beira do rio e que tinham uma vida sofrida. Por isso, ele cita “porto de vida salgada”, além disso é uma lembrança de quando via a ponte em construção dominando o cenário e que posteriormente abriu novas possibilidades na região, criou rotas para o turismo, modificando a vida e transformando a paisagem.

Junto com a música, foi lançado um lindo clipe, que tem a assinatura de Chico Rasta no roteiro, direção e imagens. Conta que a ideia era enaltecer as riquezas da região, por isso as pesquisas direcionaram o foco para o Guará, ave símbolo do Delta, e isso ajudou a também definir paleta de cores, figurino e outros detalhes visuais.

“Além do Guará, a história da região, paisagens naturais, o curso do Rio Igaraçu e a arquitetura antiga influenciaram bastante na inspiração para peça audiovisual”, acrescenta Chico Rasta.

Assista:

“Porto Salgado”, que já tem uma longa história, inclusive tendo ganhado em 1982 o Festival Universitário Livre (FUNIL), ganha nova vida e sonoridades na voz e interpretação de Soraya Castello Branco, basta clicar aqui para ouvir na sua plataforma preferida. Israel Correia arremata ”eu chorei de emoção e fiquei arrepiado do começo ao fim da execução da música, eu nunca imaginei que uma música minha fosse passar dos cem anos, pois Porto Salgado completa quarenta anos em 2022 e na voz de Soraya vai se perpetuar por mais sessenta”.

Ficha Técnica Música

Letra: Israel Correia
Música: Alberto Lúcio “Pituka” de Carvalho
Voz: Soraya Castello Branco
Produção, Arranjos, Piano, Baixo e Programação de Cordas: Davi Scooby
Violão: Gregório Neto
Guitarra: George Paiva
Bateria: Bruno Moreno
Gravação: Macuco Estúdio, Altec Estúdio e Vig Estúdio
Mixagem e Masterização: Maurício Cajueiro

Ficha Técnica do Clipe

Direção e Roteiro: Chico Rasta
Imagens: Chico Rasta, Vinícius França e César Vieira
Montagem e Colorização: Vinícius França
Participação Especial: Gregório Neto
Apoio: Projeto Rota Combo, Ecoadventure Tour e Catamaré Food Boat
Patrocínio: Prêmio Maria da Inglaterra, Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, SIEC, Secretaria de Cultura do Piauí, Governo do Estado do Piauí, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal do Brasil